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Você sabia que existem uma série de leis que devem ser seguidas antes de realizar atividades de instalação de indústrias? Sabia que existem licenças prévia, de instalação e de operação, que são necessárias em diferentes pontos da implantação de um empreendimento?

Licenciamento Ambiental

Sabia também que para cada árvore nativa cortada é necessário um licenciamento e um plantio compensatório (ou outra medida administrativa)? É isso mesmo, em alguns municípios, como Sorocaba e São Paulo é necessário o licenciamento inclusive para o corte de árvores que são exóticas, ou seja, espécies de fora do Brasil, como o limão, acerola, eucalipto, pinus, grevílea.

Existem diversas oportunidades e até mesmo utilização de tecnologias (como drones) para que sua organização esteja dentro da legislação ambiental!

QUER SABER MAIS?

Entre em contato com a Faz Verde – Soluções Ambientais & Jardinagem e saiba como podemos ajudar.

Mapeamento de área com Drone

Sabemos que nos últimos anos houve uma grande evolução nas áreas de geotecnologias, ou mapeamento de áreas, e uma das mais importantes está acontecendo agora, com o uso de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) ou simplesmente Drones.

Com isso o acesso à estas novas tecnologias tornou-se possível uma análise muito mais rica e detalhada com levantamento de detalhes que antes passavam despercebidos numa imagem aérea convencional, já que o custo para a aquisição de imagens de precisão são altos, devido à necessidade de um avião, helicóptero ou de imagens de satélite controladas.

Apesar de ainda pouco utilizado, hoje para o desenvolvimento de um Licenciamento Ambiental esse método tornou-se fundamental, pois, além de dar detalhe referente o Mapeamento de área, …

o drone proporciona agilidade, segurança e precisão.

Por ser um procedimento administrativo realizado pelo órgão ambiental competente, independente de ser federal, estadual ou municipal, o objetivo é licenciar a instalação, ampliação, modificação e operação de atividades e empreendimentos que utilizam recursos naturais, ou que sejam potenciais poluidores e /ou potenciais degradadores do meio ambiente

Nota: o termo “potencial degradador ou poluidor é um termo utilizado pela Legislação Ambiental

Assim, o Licenciamento Ambiental exige uma série de informações que são facilmente identificadas com o uso do drone. Desta forma, podemos detalhar os pontos fortes e fracos, sendo inclusive uma forma de prevenir possíveis multas e ações judiciais.

Mapeamento de área com Drone

Mapeamento de área com Drone com empresa profissional em Sorocaba

Ter a experiência dos trâmites burocráticos é fundamental, mas a inclusão da tecnologia agregou, e muito, ..

a qualidade e a quantidade de detalhes para o desenvolvimento dos licenciamentos ambientais.

Segundo o Felipe Pedrazzzi, biólogo da Faz Verde Jardinagem & Soluções Ambientais, a tecnologia veio para ficar, apesar de ainda existirem muitos pontos a serem abordados e regulamentados, como a privacidade e o uso legal da ferramenta, mas como profissional, a utilização dos Drones nos trabalhos e nos serviços que oferecemos só trouxe benefícios, não só para a Faz Verde que executa a consultoria e o Licenciamento Ambiental, mas também para os nossos clientes, que possuem um instrumento que aumentou muito mais riqueza de detalhes.

Fica claro que a qualidade e o requinte de detalhes começará a fazer parte do licenciamento ambiental e não vai demorar muito para que os órgãos regulamentadores comecem a exigir qualidade nas imagens, não só nas informações.

Faça o seu licenciamento ou mapeamento aerofotogramtétrico com a Faz Verde.

Plantar árvores nas áreas verdes dos condomínios contribui para a Arborização Urbana, purificação do ar, qualidade da água e evita a erosão do solo e este projeto tem um objetivo ainda maior que é a integração entre condôminos e a natureza.

A Faz Verde Soluções Ambientais & Jardinagem, em parceria com o condomínio Cyrela Landscape Esplanada, realizou no último dia 28/10/17 o projeto “Plantando o futuro” de Arborização Urbana, que visa integrar os condôminos e as áreas verdes do condomínio por meio do plantio de árvores.

Nesta primeira edição foram plantadas ao todo 62 árvores, entre elas plantas frutíferas nativas como pitangas, cereja brasileira, uvaia, grumixama além de outras não nativas mas muito bem adaptadas ao nosso clima como a Laranja Pêra-Rio, Laranja Bahia, Mexerica Murcote e Mexerica Ponkan.

Saiba como fazer o plantio correto de uma árvores

O condomínio constitui de um ótimo espaço que propicia a arborização urbana, no qual os condôminos podem ter papel ativo no processo de plantio e cuidado com as plantas, com isso, o plantio de árvores serve como elemento motivador para integrar os moradores em atividades de educação ambiental, tanto para as crianças quanto para os adultos.

Este primeiro evento foi marcado por muita descontração, amizade e alegria com música, pipoca, algodão-doce e sorvete.

Além de toda a integração a iniciativa aumenta a sustentabilidade do condomínio e a harmonização entre os condôminos.

arborização urbana - projeto plantando futuro

arborização urbana - projeto plantando futuro

ARBORIZAÇÃO URBANA:

A arborização urbana tem um papel fundamental no reestabelecimento da relação entre o homem, o meio natural, na qualidade de vida e todos os seres vivos. As plantas frutíferas, especificamente, melhoram o visual, embelezam o espaço, pois exibem o seu verde intenso com suas folhagens, flores, frutos, além de também proporcionarem um microclima agradável e harmonioso.

 

SOBRE A FAZ VERDE:

A FAZ VERDE traz conhecimento para as empresas, profissionais e organizações parceiras. Buscamos aliar o conhecimento à prática e criar oportunidades de crescimento para ambos sempre com o foco em Soluções Ambientais Sustentáveis e Jardinagem para empresas, negócios, condomínios e/ou grandes áreas verdes com diversos serviços e produtos.

Plantio de Árvore

Diz o ditado que o homem se completa quando: tem um filho, escreve um livro e planta uma árvore. Que tal começar pelo mais simples?

Pense na árvore que você acabou de comprar como um investimento de longo prazo. A sua árvore e o seu investimento crescem dependendo de suas escolhas que fez – no nosso caso, fatores importantes são a escolha da espécie e do local de plantio. Então, plantar uma árvore requer conhecimento, planejamento e cuidados, para que sua árvore cresça!

Uma nova árvore

A melhor época para plantar uma árvore foi há 20 anos atrás; o segundo melhor tempo é agora… Provérbio Zen.

O momento ideal para plantar árvores é durante a estação de chuvas, no nosso caso, depois das primeiras chuvas da primavera, geralmente entre a segunda quinzena de setembro para frente.

As condições meteorológicas são ideais e permitem que as plantas estabeleçam boas raízes na nova localização.

No entanto, diversas técnicas de plantio, como o uso de hidrogel, uma muda bem preparada/rustificada nos viveiros e cuidados pós plantio aumentam muito as chances de pega em qualquer época do ano.

Em qualquer situação, o manuseio adequado durante o plantio é essencial para garantir um futuro saudável para as novas árvores e arbustos. Cuidado com os torrões das raízes, cuidado com caules machucados e utilize mudas de ótimos viveiros.

Condições pós plantio.

Veja no gráfico abaixo algumas condições ideais (adaptado de James Ingram).

Volume de solo suficiente

Volume de solo suficiente

Antes de começar a plantar a sua árvore, certifique-se de ter todos os pré-requisitos, antes fazer o berço para o plantio.

Plantio de Árvores

Plantio de Árvores

Se a muda que será plantada estiver com a raiz muito compacta, enovelada ou estiver com a raiz nua (sem o torrão terra de origem / com torrão danificado), é importante entender esta muda demorará mais tempo a desenvolver-se, exigindo maior conhecimento técnico para este manuseio de plantio.

Como resultado deste trauma, o crescimento pode ser comprometido e na maior parte das vezes mais lento do que o normal. A preparação adequada do local antes e durante o plantio, com um bom acompanhamento reduz o impacto do plantio e permite que a árvore se reestabeleça rapidamente em sua nova localização.

Abaixo descrevemos 12 dicas que você aplicar e reduzir significativamente o estresse proporcionado à planta no momento do plantio:

  1. Fazer o berço de plantio.O berço deve ser na proporção de 3 vezes o tamanho da raiz para o diâmetro do berço e 2 vezes para a profundidade do berço.
    O berço pode ficar maior, mas nunca menor, pois, o solo compactado existente no local do plantio, pode dificultar o desenvolvimento das novas árvores. Com o solo descompactado ao redor da nova muda é facilitado o acesso das raízes aos nutrientes necessários para acelerar o crescimento.
  2. Retire o saquinho ou embalagem que está no entorno do torrão. Se a árvore ou torrão estiver naqueles sacos de ráfia, plásticos, estopa ou qualquer outro, remover gentilmente as cordas, fios e saquinhos. Tenha cuidado para não danificar o tronco ou raízes neste processo. É muito comum ver plantios de árvores e arbustos “minguados”, que não crescem nunca! Muitas vezes o motivo é que o jardineiro não retirou o saquinho ou aquele saco que fica no entorno do torrão, impedindo que as raízes cresçam!
  3. Nunca enterre a base do tronco. A base do tronco é onde as raízes começam a se espalham na base da árvore. Este ponto deve ficar parcialmente visível depois que a árvore for plantada (veja no gráfico). Nunca enterre o tronco da árvore! É preferível que o torrão fique levemente acima do solo de plantio.

    Plantio correto de árvores

    Plantio correto de árvores

  4. Coloque a árvore na altura adequada. Antes de colocar a árvore no berço, verifique se ele foi cavado na profundidade adequada.
    A maioria das raízes de árvore recém-plantada se desenvolverá nos centímetros superiores do solo. Se a árvore plantada estiver muito profunda, novas raízes terão dificuldade em desenvolver devido à falta de oxigênio. É melhor plantar a árvore um pouco alta, de 3 a 5 cm acima da base do tronco. Desta forma será possível algum ajuste caso necessário (veja no gráfico). Para evitar danos ao colocar a árvore no berço, sempre levante a muda pelo torrão da raiz e nunca pelo tronco.
  5. Aprume a árvore no berço. Sabemos que as árvores buscam o sol naturalmente (fenômeno chamado fototropismo), mas podemos evitar que ela gaste energia corrigindo um plantio “torto”. Mantenha a árvore no prumo, só depois inicie o preenchimento do restante do berço com a terra. Uma vez plantado, qualquer retrabalho pode danificar as importantes raízes do pequeno torrão.
  6. Preencha o berço suavemente, mas com firmeza. Preencha o berço cerca de um terço cheio e suavemente, mas compacte firmemente o solo em torno da base do torrão de raiz. Preencha o restante do berço, tomando cuidado para manter o solo firme, a fim de eliminar as bolsas de ar que podem fazer as raízes secarem. Para evitar esse problema, adicione alguns centímetros de terra húmida de cada vez. Continue esse processo até que o berço seja preenchido e a árvore esteja firmemente plantada. Não é recomendado a aplicação de fertilizante no momento do plantio.
  7. Estaca para a árvore, se necessário. Se a árvore é cultivada e plantada corretamente no berço, criar um apoio não se faz necessário na maioria dos plantios. Estudos mostram que as árvores se estabelecem mais rapidamente e desenvolve sistemas de troncos e raiz mais fortes se eles não tiverem estacas. O movimento (balanço) que as árvores fazem durante seu crescimento estimula o crescimento das raízes e auxiliam na fixação da planta no solo, conferindo maior segurança! Mas é importante lembrar que este recurso pode ser necessário.
  8. Em alguns locais, se a manutenção não for frequente ou qualificada, as estacas podem ser de grande utilidade, pois ao cortar a grama com cortador de gramas os danos podem ser causados no tronco da pequena árvore. Se a opção for colocar métodos de proteção, escolha um que seja adequado ao seu caso.
    Geralmente são utilizadas duas estacas são usadas em um conjunto comum, pode ser feito de bambus ou outro tipo de madeira, que manterão a árvore na posição vertical, proporcionará flexibilidade e assim minimizar as lesões no tronco (veja no gráfico). Após o primeiro ano de crescimento já é possível remover o suporte.
  9. Manter uma coroa no entorno da árvore. Isso mesmo! Árvores não combinam com gramados nos seus pés. A densa camada de grama acima do torrão da árvore, impede a entrada de água, ar, nutrientes. Além disso, a poda do gramado pode prejudicar o importante tecido externo das árvores, que conduz seiva que nutre as raízes.
  10. Aplicar uma boa camada de composto ou folhas “podres” na coroa da árvore. As folhas, isso mesmo, esta simples matéria orgânica aplicada ao redor da base da árvore funcionam como um cobertor para manter a umidade, equaliza a variação da temperatura do solo (quente e frio) e reduz a proliferação de grama e ervas daninhas. Normalmente as folhas são descartadas, mas na Faz Verde sempre reutilizamos essa matéria orgânica, e elas podem ser de vários tipos: madeira, palha, casca desfiada, folhas, pequenos galhos. Uma camada de 5 a 8 cm é o ideal. Mais de 8 cm pode causar problemas de oxigênação do solo e umidade em excesso. Ao colocar as folhas, certifique-se de que o tronco real da árvore não está coberto. Isso pode causar deterioração da casca na base da árvore. Uma margem de 3 a 4 cm é o suficiente entre o limite das folhas e o tronco.
  11. Prestar os cuidados necessário e sempre acompanhar. Mantenha o solo úmido, mas não encharcado. Durante os primeiros meses de vida regue as árvores ao menos uma ou duas vezes por semana. Em períodos de estiagem, se as árvores forem ornamentais, é necessário regá-las mesmo depois de adultas.
  12. Outro cuidado importante são as podas. Árvores no meio urbano devem ser entendidas como equipamentos urbanos, para isso, ficar atento à redes de distribuição de água, gás, afastamento de esgotos e especialmente a fiação elétrica, que pode ocasionar a morte se houver uma combinação fatal de: pessoa molhada, solo encharcado, árvore alta tocando a fiação desprotegida. A poda é entendida como cuidado preventivo, como já abordamos aqui no site da Faz Verde, retirar galhos galhos danificados, limitar seu crescimento e remover brotos que fogem da configuração de crescimento devem ser realizados sempre!

 

O surgimento da adubação orgânica teve o seu inicio na china, na região do Rio Amarelo, há 8 mil anos A.C. Os chineses produziam os adubos com resíduo vegetal ou de animal, húmus dos rios e até mesmo esterco humano.

No Egito antigo, 600 anos A.C. com as cheias dos Rio Nilo eram depositadas em suas margens uma camada de húmus (Húmus ou humo, do termo latino húmus, é a matéria orgânica depositada no solo, resultante da decomposição de animais e plantas mortas, de seus subprodutos ou produzida por minhocas), uma camada de mais de 20 m de profundidade, com 15 km de largura e aproximadamente 800 km de extensão. Neste período eram utilizados para a cultura de cevada, trigo e lentilha.

Outros povos também procuravam métodos para melhorar os processos das culturas e os povos da região Andina (países da América do Sul atravessados pela Cordilheira dos Andes), grandes agricultores na época, desenvolveram técnicas sofisticadas de adubação. Construíam a sua área agrícola em terraços com camadas de terras com 1 metro de profundidade. Também existiam terraços com mais de 3 metros de altura, neste caso eram criados com pedras encaixadas sem nenhum tipo de argamassa e recolhidas dos vales dos rios e retificados.

Uma outra evidência da expertise agronômica dos povos dos Andes estava em empregar nos plantios o guano, material rico em fosfato de cálcio, ureia e sulfato de sódio e potássio, todos resultantes da mistura de fezes e restos de aves marinhas que originavam do litoral do oceano pacífico.

A adubação orgânica começou a ser vista como negócio somente na Idade Média, na Europa, mais precisamente na região entre a França, Bélgica e Holanda, também conhecida como Flandres. Esses agricultores adubavam suas culturas com esterco animal, lixo humano e até mesmo lodo de esgoto. O consumo foi tal que as cidades da região foram consideradas as mais limpas da Europa.

A adubação com esterco animal ficou tão popular no continente, que a matéria prima ficou escassa e só aí, a primeira fábrica de fertilizantes surgiu na Inglaterra em meados de 1843.

Adubação Orgânica na Faz Verde

O tempo passou mas a adubação orgânica é uma tendência no mundo e o Biólogo da Faz Verde, Felipe Pedrazzi fala neste vídeo como é o processo nos condomínios atendidos pela empresa.

Implementar um processo adequado de adubação orgânica em sua casa, empresa ou condomínio, além de garantir a destinação correta dos resíduos orgânicos, desenvolvemos a sustentabilidade, economia e contribuímos para que o ambiente seja preservado.

www.fazverde.com.br

#adubacao #aduboorganico #adubacaoorganica #adubacaoorganicaparahorta #aduboorganicoparahorta #fazverde #jardinagem #sorocaba #felipepedrazzi

ref.
https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/8048/2/Textual%20-%20Ufba.pdf
https://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%BAmus

Poda: A Melhor Ferramenta

Muitas pessoas nos perguntam com bastante frequência:

Qual é a melhor ferramenta para poda de árvore?

Como esta dúvida é recorrente em todos os condomínios que atuamos, resolvermos fazer um vídeo e explicar.

Nosso Biólogo Felipe Pedrazzi explicar e fala qual é a melhor ferramenta para poda de árvore e comparando as principais existentes no mercado.

Faz Verde – Soluções Ambientais & Jardinagem é membro da ISA – Internacional Society of Arboriculture (Associação Internacional de Arboricultura).

ISA - Internacional Society of Arboriculture

ISA – Internacional Society of Arboriculture

Com o objetivo de aperfeiçoamento constante sobre as melhores práticas de cuidados com as árvores, a Faz Verde tornou-se membro da mais conceituada Associação de Arboricultura do mundo, que possui associados em todo o mundo e beneficia a sociedade com estudos e ciência aplicadas no plantio e cuidados com as árvores.

A ISA tem como princípios fazer com que os profissionais da área possam comunicar-se melhor e educar a sociedade quanto aos cuidados com as árvores, sejam nas florestas quanto nas cidades.

Além de desenvolver e promover a prática profissional da Arboricultura, a ISA também promove eventos, cursos e congressos abordando todas as vertentes e segmentos desse ramo.

Neste ano, entre os dias 28 de julho e 2 de agosto acontecerá o 2017 ISA ANNUAL INTERNCAIONAL CONFERENCE AND TRADE SHOW que acontecerá em Washington DC, Estados Unidos, a Faz Verde participará!

O compromisso da Faz Verde com os clientes, parceiros, colaboradores e a sociedade em geral é que os cuidados com as árvores sejam feitos de forma cada vez mais profissional e de forma ampla para que a preservação da natureza no ambiente urbano.

Tratar as árvores e conviver com seus desafios é um dos objetivos da Faz Verde!

Saiba mais sobre a ISA – Internacional Society of Arboriculture em  http://www.isa-arbor.com/

Compensação Ambiental: Entenda o que é e para que serve

Compensação Ambiental - Loteamento

Compensação Ambiental para loteamento de condomínio

Em meio a globalização e ao desenvolvimento social e econômico, muitas áreas verdes como grandes florestas, rios e lagos podem ser alvo de degradação para o desenvolvimento ou a implementação de um empreendimento, seja ele público ou privado.

Para equalizar essa degradação é que a Compensação Ambiental surgiu: é um mecanismo financeiro de política pública que, intervém junto aos agentes econômicos para proporcionar a incorporação dos custos sociais e ambientais da degradação gerada por determinados empreendimentos, em seus custos globais.
O que isso significa?

Por meio de leis, a área que foi degradada por iniciativa pública ou privada deve ser reposta em outra área, com reflorestamento nativo ou benfeitorias ambientais para minimizar os impactos ambientais causados pelos empreendimentos, o importante é que esses custos são repassados para a empresa responsável pelo empreendimento.

Ao pensarmos em um empreendimento, precisamos entender existem impactos positivos para a sociedade, já os negativos devem ser compensados.

Por exemplo: para a implantação de um loteamento ou condomínio, uma área de pastagem ou de floresta deve ser retirada e transformada em zona urbana. Esta conversão do uso do solo pode trazer diversos benefícios para o município e munícipes, porém os impactos ambientais causados à fauna, flora e recursos hídricos devem ser estudados e compensados, da maneira mais econômica e eficiente possível.

Caso o licenciamento não seja bem realizado, o ecossistema existente onde será inserido o empreendimento, pode sofrer perdas significativas de espécies da fauna e flora. Os recursos hídricos podem ser prejudicados na qualidade e/ou quantidade e o solo pode ser afetado.

Em alguns casos impactos sociais também devem ser avaliados.

Em alguns casos o impacto pode ser compensado financeiramente também, conforme determina o a Lei Federal 9985/2000, conhecido como SNUC.

Entenda melhor:
– A implantação de empreendimentos pode incorrer em compensação Ambiental, pela alteração de parte do ambiente nativo ou natural.
– Assim, é necessário o desenvolvimento de projetos específicos.

O principal objetivo é manter, para as próximas gerações, uma área ambiental com as principais características e semelhanças possíveis às da região que foi degradada pelo empreendimento.

Curiosidade: Você sabia que a Faz Verde viabiliza o processo de Compensação Ambiental para o seu empreendimento? Entre em contato e saiba mais.
Quer saber mais sobre compensação ambiental, entre em contato com nossos especialistas, mande um e-mail ou ligue.

Braquiárias (Brachiarias): Como controlar

Braquiárias (Brachiarias) planta nativa da África introduzidas no Brasil como plantas forrageiras hoje é considerada uma invasora.

Cientificamente conhecidas como Brachiaria decumbens é uma planta nativa da África, algumas espécies foram introduzidas no Brasil como plantas forrageiras (para cobrir grandes áreas e pastos) e transformaram-se em uma espécie invasora de diversos ecossistemas brasileiros.

Hoje são o maior problema encontrado pelos pecuaristas, agricultores, condomínios e empresas de jardinagem, pois quando a invasora se apropria da área, seja ela gramado ou área frutífera, ela é extremamente resistente aos controles tradicionais.

Estima-se que as área de pastagens cultivadas no Brasil, 80 a 90% são constituídos por capins do gênero Brachiaria.

Como é uma espécie que se desenvolve em solo pobre de nutrientes facilita a adaptação podemos destacar o intenso e complexo sistema radicular, a sua ALTA CAPACIDADE DE REBROTAR APÓS FOGO (Então você já sabe, botar fogo não resolve, muito pelo contrário, tornará a sua raiz muito mais forte e com isso sementes também mais fortes) e uma outra importante característica é a grande sua proliferação produzidas através de sementes viáveis.

Para se ter uma ideia do impacto causado, muitos produtores já estão em processo de troca de Brachiaria por outras forrageiras, ou até mesmo no processo de troca por outras culturas como milho, arroz, soja etc. que normalmente são cultivadas anualmente.

Mas vamos ao ponto, como controlar esta invasora?

1. Combinação do controle químico e o mecânico pode ser realizada. Esta pode ser uma opção mas o que torna inviável o sucesso são a quantidade de sementes remanescentes e as condições climáticas.
2. Os herbicidas dissecantes podem ser utilizados, mas é claro que com os critérios técnicos para não causar a inutilização do solo.
3. Combinação de tratamento para a troca de capim normalmente é o processo que resulta no melhor resultado, desde que de forma integrada: mecânico, químico e cultural.

Por isso a melhor forma de controlar é a prevenção de forma consciente, a forma mecânica aliada a herbicidas de forma controlada e cautelosa é mais eficaz.

Quer saber mais como controlar a Braquiária de seu condomínio ou Propriedade?

Entre em contato com a Faz Verde – Soluções Ambientais & Jardinagem